{"home_page_url":"https:\/\/www.posturaweb.com.br\/Blog","title":"Blog | Postura Web - Software Ideal para Postura","items":[{"id":"69d90eaa8b10d123780558","title":"Paraná avança na cadeia do ovo, de olho nos mercados interno e externo","url":"https:\/\/www.posturaweb.com.br\/Blog\/Investimentos\/Paraná_avança_na_cadeia_do_ovo,_de_olho_nos_mercados_interno_e_externo","content_html":"<i><strong class=\"btk\">Na esteira do frango de corte, Estado investe na produção do alimento para consumo humano e também fecundação<\/strong><\/i><br\/><i><strong class=\"btk\">9 de maio 2024 <\/strong><\/i><br\/> <br\/>Provavelmente você já consumiu ao menos um hoje. Seja frito, cozido ou na forma de ingrediente de outro alimento como bolos e massas, o ovo está presente na rotina do brasileiro. Apesar de parecer, muitas vezes, \"invisível”, a pujança da cadeia produtiva dessa proteína reflete a sua importância.<br\/> <br\/>Em 2023, em especial, o ovo experimentou um bom desempenho com algumas pitadas de ineditismo. Os resultados ratificam as marcas do Paraná de maior produtor e exportador de frango de corte do país. Afinal, antes de a ave \"voar” nos mercados interno e externo, é preciso haver ovos. Em linhas gerais, existem dois destinos para produção de ovos: a alimentação humana ou a fecundação, que transforma o produto em uma nova ave, que vai ser destinada ao corte ou a postura de ovos, recomeçando o ciclo.<br\/> <br\/>Segundo o <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) <\/a>, em 2023, considerando os ovos para consumo humano e também os fecundados, que servem para difusão da genética avícola, a produção brasileira aumentou 2,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Paraná foi o segundo Estado que mais cresceu, registrando variação positiva de 7,1%, com 434 milhões de dúzias nos nove primeiros meses do ano passado. Essa marca colocou o Estado no segundo lugar no ranking nacional, com 10,3% da produção brasileira, atrás apenas de São Paulo, que detém 26,4% do total produzido no país.<br\/> <br\/>De acordo com a <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/abpa-br.org\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) <\/a>, as exportações brasileiras de ovos (incluindo todos os produtos) encerraram 2023 com total de 25,4 mil toneladas embarcadas, número 168,1% superior ao total exportado no mesmo período do ano anterior. A receita obtida com os embarques foi 182% maior em relação ao ano de 2022, totalizando US$ 63,2 milhões.<br\/><br\/>Olhando apenas para ovos para consumo, o Paraná está posicionado em nono lugar. Já na exportação de genética avícola, o Estado ostenta a primeira colocação, com participação de 38,9% no envio de ovos fecundados e pintos de um dia para o exterior.<br\/>As diferenças entre a condução de granjas para produção de genética para aquelas voltadas aos ovos para alimentação e frangos de corte está no nível de segurança sanitária. Quanto mais alto o padrão genético, maior a proteção.<br\/> <br\/>\"Quem tem [galinhas] bisavós, são apenas as grandes empresas de linhagem avícola. A segurança é enorme! São granjas ‘blindadas’, que a gente nem tem acesso”, afirma Alvaro Baccin, consultor de negócios da <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/globoaves.com.br\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Globoaves <\/a>, uma das maiores empresas da área de genética avícola do país, com sede em Cascavel, na região Oeste.<br\/> <br\/>No caso de granja de matrizeiro, há diversas regras para mitigar os riscos de contaminação, como distância de três quilômetros do próximo estabelecimento agrícola e 200 metros do aviário até o perímetro da propriedade. A preocupação não é descabida. Isso porque uma família de 10 galinhas bisavós e um galo de pedigree podem dar origem a mais de 100 milhões de pintos de corte.<br\/> <br\/>A <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/globoaves.com.br\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Globoaves <\/a>produz mais de 40 milhões de ovos férteis por mês, sendo 20% para exportação. As aves matrizes ocupam mais de 600 aviários espalhados pelo Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, sendo 60% da produção oriunda de granjas da própria empresa e 40% vindos de granjas parceiras que atuam no sistema de integração.<br\/> <br\/>As granjas localizadas no Paraná representam 30% da produção total da empresa. Desse montante, 80% permanecem no Estado, dando suporte à pujante atividade avícola paranaense. \"Não existe essa questão de quem veio primeiro: o ovo ou o frango de corte. As duas atividades caminham juntas e foram se desenvolvendo lado a lado”, explica Baccin.<br\/> <br\/><q class=\"bmw dy0\">\"O ovo é a proteína mais consumida no mundo, pois encaixa no café da manhã, almoço e jantar.\"<br\/><i>Lourival Ponce, produtor de ovos em Tibagi<\/i><\/q><br\/><strong class=\"btk\">Ovos para consumo<\/strong><br\/>Em relação às exportações de ovos para consumo no primeiro semestre de 2023, o Japão demonstrou um apetite voraz. O país asiático comprou 6,9 mil toneladas de ovos brasileiros, aumento de 1.304% em relação ao mesmo período de 2022. O porcentual é inédito na relação comercial entre os dois países.<br\/> <br\/>Na opinião do médico veterinário do <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.agricultura.pr.gov.br\/Pagina\/Departamento-de-Economia-Rural-Deral\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Departamento de Economia Rural (Deral) <\/a>da <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/www.agricultura.pr.gov.br\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento (Seab) <\/a>, Roberto de Andrade, o aumento das exportações de ovos para o país asiático reflete as dificuldades encontradas pelos antigos fornecedores. \"Como a Influenza Aviária atingiu grandes exportadores como Estados Unidos e a Europa, isso ajudou o ovo brasileiro a entrar no Japão”, avalia.<br\/> <br\/>Esses bons resultados, no entanto, não contam com participação do Paraná. Mesmo com status sanitário superior ao da grande maioria dos demais Estados, com o reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação, a avicultura paranaense não participou dos embarques para o país asiático.<br\/> <br\/>Segundo o produtor de ovos Arnaldo Cortez, que também preside o Sindicato Rural de Cruzeiro do Sul, na região Noroeste, o Paraná já teve participação maior na produção e na exportação brasileira de ovos para consumo. \"Só que tivemos um problema. Outros Estados passaram a ter isenção de impostos. Com isso, fomos perdendo mercado porque não conseguíamos acompanhar os preços”, relata.<br\/>A expectativa do dirigente é que, com a reforma tributária, essa competição volte a ser justa. <br\/><br\/>Ainda, na visão de Cortez, outro entrave é a ausência de uma indústria no Estado capaz de transformar a produção das granjas em ovo em pó, produto com maior validade de consumo e mais fácil de ser manuseado e, consequentemente, exportado. \"Hoje nossa exportação [de ovos] é in natura. Por isso a dificuldade”, analisa Cortez.<br\/> <br\/>Soma-se a esse obstáculo o fato de que na avicultura de postura, diferentemente da produção de frango de corte, praticamente não existe integração, sistema pelo qual a empresa integradora fornece aos produtores integrados lotes com pintainhos de um dia e a alimentação e, depois, recolhe as aves para o abate quando adultas. \"Cada granja de postura é uma empresa. Como não há integração, é cada um por si, um concorrendo contra o outro”, lamenta o produtor.<br\/> <br\/>Na sua empresa, Cortez possui 13 aviários, onde as aves são divididas conforme a idade. A cada 40 dias o avicultor descarta as aves mais velhas e adquire novos lotes de pintainhos para produção, que levam 120 dias para botar o primeiro ovo. Com uma produção de 50 mil ovos por dia, Cortez conta com um sistema de distribuição com mais de 400 pontos de venda na região Noroeste do Paraná. Para atender a demanda, ele também coleta ovos de granjas parceiras.<br\/> <br\/><q class=\"bmw dy0\"><strong class=\"btk\">400%<\/strong><br\/>Esta foi a variação de preço, em 2023, entre os tipos de ovos conforme o manejo convencional, orgânico, cage-free (livre de gaiola) ou caipira<\/q><strong class=\"btk\">Ovos caipiras ganham espaço na frigideira do consumidor<\/strong><br\/>Uma tendência no setor de ovos é a produção dos ovos \"caipiras”. Hoje, nos supermercados, o consumidor encontrará uma variedade de tipos de ovos de galinha. Além daqueles tradicionais de casca branca ou vermelha, existem as opções convencionais, orgânicos, cage-free (livres de gaiola) ou caipiras. Cada tipo demanda um manejo diferente, que acaba refletindo nos preços, que podem diferenciar até 400% entre um e outro. \"É um mercado novo que veio para ficar”, observa o produtor Arnaldo Cortez. <br\/><br\/>A rigor, todo ovo caipira é livre de gaiola, mas nem todo ovo livre de gaiola é caipira. \"O caipira deve ter a possibilidade de que a galinha saia do galpão para uma área externa ou piquete. Esses critérios que definem a produção de ovos caipira estão elencados em uma Norma Técnica da ABNT [Associação Brasileira de Normal Técnicas]”, explica Luiz Mazzon, presidente do Instituto Certified Humane Brasil, ONG que atua na área de certificação de práticas de bem-estar animal. <br\/><br\/>Segundo o dirigente, muitas empresas estão aderindo a este tipo de produção, firmando compromisso de utilizar ovos de galinhas livres. \"Todos os ovos utilizados na fabricação da maionese Heinz, por exemplo, são caipiras, além de terem a certificação de bem-estar animal. A empresa Barilla no Brasil também tem uma linha de massas feitas com ovos de galinhas livres, que leva o nosso selo”, afirma, referindo-se ao <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/certifiedhumanebrasil.org\/\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">selo Certified Humane® <\/a>, que atesta que aquela empresa cumpre os protocolos de bem-estar animal. <br\/><br\/>A expectativa é de que ao segmento de ovos livres de gaiola ainda cresça bastante nos próximos anos. \"No Brasil, 5% da produção de ovos são de granjas de galinhas livres de gaiolas ou caipiras. Nos Estados Unidos, 30% do plantel, sendo que nos anos 2000 eram apenas 5%. Então, o Brasil ainda pode crescer muito”, compara. <br\/><br\/>O produtor Lourival Ponce, que produz ovos em Tibagi, nos Campos Gerais, já ingressou no sistema de manejo caipira, ou \"caipira moderno”, como ele descreve. \"É um manejo voltado ao bem-estar animal. A galinha expressa o comportamento natural dela, sobe no poleiro, cisca”, conta. <br\/><br\/>Com 17 mil galinhas alojadas, Ponce planeja atingir 300 mil aves de postura no sistema caipira de produção até 2033, acompanhando a crescente demanda observada entre os consumidores. \"Hoje, o ovo caipira ocupa 10% do mercado somente. Então temos muito para crescer”, observa. <br\/><br\/>Com Selo de Inspeção Federal (SIF), Ponce está apto a comercializar seus ovos caipiras em todo o país e exportá-los. A conquista de novos mercados vem na esteira do aumento da produção. \"Não tenho produto para quem quer. O ciclo da galinha é complexo, leva quatro meses para começar a produzir. Atualmente há redes de supermercado esperando a gente construir um novo barracão”, observa. \"O ovo é a proteína mais consumida no mundo, pois encaixa no café da manhã, almoço e jantar”, conclui.<br\/>","date_published":"2025-02-11T00:54:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/2rEy.avif"},{"id":"69d90eaa8c1cd761874611","title":"Agro brasileiro atinge novo mercado no México","url":"https:\/\/www.posturaweb.com.br\/Blog\/Mercado\/Agro_brasileiro_atinge_novo_mercado_no_México","content_html":"<i><strong class=\"btk\">Governo mexicano autorizou o setor brasileiro a exportar ovo em pó e ovo granulado, destinados ao consumo animal Por Agro Estadão – editada por Mariana Collini em 28\/01\/2025  O governo do México abriu mercado para ovo em pó e ovo granulado brasileiros, destinados ao consumo animal, informou na segunda-feira, 27, o Ministério da Agricultura<\/strong><\/i><br\/><br\/>O governo do México abriu mercado para ovo em pó e ovo granulado brasileiros, destinados ao consumo animal, informou na segunda-feira, 27, o Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil (Mapa).<br\/> <br\/>Em 2024, o <strong class=\"btk\">México importou mais de US$ 2,9 bilhões <\/strong>em produtos agropecuários do Brasil, com destaque para os setores de proteína animal, complexo soja, produtos florestais e café.<br\/> <br\/>Em nota, o Mapa ressaltou que, além de evidenciar o alto nível de confiança internacional no sistema de controle sanitário brasileiro, essa nova abertura de mercado tem o potencial de aumentar o comércio bilateral entre os dois países.<br\/>","date_published":"2025-02-11T00:51:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/2rEx.webp"},{"id":"69d90eaa8c3c0581095193","title":"JBS (JBSS3) entra no mercado de ovo após investir quase R$ 2 bi na Mantiqueira","url":"https:\/\/www.posturaweb.com.br\/Blog\/Mercado\/JBS_(JBSS3)_entra_no_mercado_de_ovo_após_investir_quase_R$_2_bi_na_Mantiqueira","content_html":"A<strong class=\"btk\"> JBS (JBSS3)<\/strong>, uma das maiores empresas de proteína animal do mundo, expandiu sua atuação ao ingressar no mercado de ovos.<br\/>A companhia adquiriu 48,5% do capital social total da Mantiqueira Alimentos, maior produtora de ovos da América do Sul. Além disso, a JBS passará a deter 50% das ações com direito a voto da Mantiqueira.<br\/> <br\/>A operação foi baseada em um enterprise value de R$ 1,9 bilhão para 100% da empresa. Com a transação, a JBS terá controle compartilhado com o sócio fundador da Mantiqueira, Leandro Pinto.<br\/> <br\/>A Mantiqueira emprega <strong class=\"btk\">mais de 3 mil colaboradores e possui capacidade estática para 17,5 milhões de aves em postura e recria<\/strong>, com uma produção anual de 4 bilhões de ovos. Desde 2020, a empresa tem direcionado seu foco para a produção de ovos de galinhas livres e orgânicos, por meio de marcas como Happy Eggs, que é a de maior crescimento no segmento de galinhas livres, e Fazenda da Toca, líder no mercado de ovos orgânicos.<br\/> <br\/>Além de operar em seis estados brasileiros, a Mantiqueira exporta para mercados na América do Sul, Ásia, África e Oriente Médio.<br\/>Em nota, a JBS destaca que a transação reforça a estratégia da companhia de diversificar sua plataforma global de proteínas, que atualmente abrange bovinos, frangos, suínos, aquacultura e proteínas alternativas, como as baseadas em plantas (plant-based) e cultivadas em laboratório.<br\/> <br\/>A conclusão do acordo ainda está sujeita a aprovações regulatórias.<br\/>","date_published":"2025-02-11T00:49:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/2r1V.webp"},{"id":"69d90eaa8c590077049525","title":"Gripe aviária faz o ovo desaparecer de supermercados e bares cobram taxa por ovo consumido","url":"https:\/\/www.posturaweb.com.br\/Blog\/Mercado\/Gripe_aviária_faz_o_ovo_desaparecer_de_supermercados_e_bares_cobram_taxa_por_ovo_consumido","content_html":"<i><strong class=\"btk\">Doença levou à morte milhões de galinhas e crise do ovo pode ser oportunidade para o Brasil<\/strong><\/i><br\/> <br\/>Os recentes casos de gripe aviária (H5N1) que atingem os Estados Unidos provocaram uma ‘Crise do ovo' no país. Uma caixinha com 12 ovos, que antigamente custava até US$ 4, agora é vendida por US$ 12. \"Isso quando a gente acha ovo no supermercado”, diz o correspondente da Band nos Estados Unidos, Eduardo Barão, em entrevista à Radio Bandeirantes na manhã desta quarta-feira (5).<br\/> <br\/>Os casos da doença levaram as autoridades sanitárias do país a abaterem milhões de aves para evitar a contaminação. Nos Estados Unidos, a doença já contaminou humanos e um homem de 65 anos morreu no  estado de Louisiana no início de janeiro. Foi o primeiro caso grave de infecção humana pelo vírus H5N1 detectado no país, mas no ano passado, casos da doença foram confirmados em um grupo de colaboradores de uma granja. Em 2024, um homem também morreu no México devido à gripe aviária. Os dois, no entanto, já tinham vários problemas de saúde anteriores.<br\/> <br\/>Apesar disso, a Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica a gripe aviária de risco baixo para humanos. Nos animais, porém, a doença é altamente contagiosa e mortal. Aves e mamíferos podem ser infectados. Nos Estados Unidos, além das aves, vacas leiteiras foram contaminadas.<br\/> <br\/>No estado da Califórnia, o governo já havia decretado estado de emergência por causa da doença em 2024 após o surto. No estado da Geórgia, as autoridades sanitárias ordenaram a paralisação de todas as atividades avícolas para tentar conter o surto.  <br\/><br\/><strong class=\"btk\">Roubo de ovos<\/strong><br\/>Com o avanço da doença no país, o setor de ovos ficou desabastecido e nas tradicionais cafeterias americanas, que tem um movimento muito intenso para o café da manhã, onde os ovos são os protagonistas, os lojistas estão cobrando uma taxa de US$ 0,50 por ovo consumido. A tendência é que nos próximos idas, até os restaurantes americanos comecem cobrar taxas por consumo de ovo.<br\/>O ovo virou um produto tão valorizado que, na Pensilvânia, homens roubaram uma carga de 100 mil ovos. \"O ovo tá tão caro que ficou mais interessante roubar ovo do que…diamantes”, compara Barão. \"Quando há ovo no mercado, o pessoal está comprando quase tudo”.<br\/><br\/><strong class=\"btk\">Oportunidades para o Brasil<\/strong><br\/>A crise do ovo nos Estados Unidos abre oportunidades para o Brasil elevar as exportações de ovos neste ano. No ano passado, o setor exportou 18.469 toneladas de ovos, mas tem capacidade de aumentar este volume. Em 2024, a produção de ovos no Brasil atingiu o maior número já registrado com 57,6 bilhões de unidades, quase 10% a mais que no ano anterior. Como o país está livre da gripe aviária nas granjas comerciais, o mercado global está de olho nos ovos brasileiros.<br\/> <br\/>Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em entrevista concedida à AgroBand em dezembro, já vinha sinalizando a possibilidade de aumento nas exportações neste ano. Ele disse que, além do aumento no consumo de ovos no Brasil, o status livre de gripe aviária deve incrementar as exportações. \"[o setor de ovos] Espera a abertura do mercado do bloco europeu e do Reino Unido para os ovos em 2025, o que deverá mudar o fluxo de exportações”, afirmou.<br\/> <br\/>De acordo com o executivo, os protocolos sanitários adotados pelo Brasil no início dos surtos da gripe aviária é um sucesso mundial e hoje, apenas o Brasil está livre da doença, que tambem se espalha pela União Europeia e Ásia. Até hoje, o país contabilizou 166 casos positivos da doença - 155 detectados em aves silvestres migratórias, 5 em mamíferos aquáticos e 3 em aves de subistência (aves caipiras), de acordo com o painel de monitoramento da gripe aviária do Ministério da Agricultura, Pecuária de Abastecimetno (Mapa).<br\/>","date_published":"2025-02-11T00:46:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/2r1Z.webp"},{"id":"69d90eaa8c758109177190","title":"EDATA e SAG anunciam união estratégica para fortalecer soluções tecnológicas no setor agroindustrial","url":"https:\/\/www.posturaweb.com.br\/Blog\/Investimentos\/Mercado\/EDATA_e_SAG_anunciam_união_estratégica_para_fortalecer_soluções_tecnológicas_no_setor_agroindustrial","content_html":"As empresas EDATA e SAG, reconhecidas globalmente por suas soluções tecnológicas voltadas ao setor agroindustrial, anunciam uma união estratégica para oferecer soluções ainda mais completas e eficientes para atender toda a cadeira produtiva, do campo à mesa do consumidor.<br\/> <br\/>A união é fruto de um planejamento estratégico pautado pelo amplo <i>know-how <\/i>das empresas, sólida atuação no mercado e pelo compromisso de <strong class=\"btk\">impulsionar resultados em toda a cadeia produtiva de proteínas.<\/strong><br\/> <br\/>Com seus 26 anos de experiência no agronegócio e presença na América Latina, a SAG desenvolve soluções tecnológicas para os setores de avicultura, suinocultura e bovinocultura que conectam a operação no campo com a gestão estratégica das agroindústrias. Já a EDATA reúne 35 anos de história e atuação global, para entregar software para indústrias de abate e processamento de proteínas.<br\/> <br\/>\"Esta união representa um passo importante para a evolução das duas empresas. Combinamos <i>know-how,<\/i> experiência, estrutura e visão de futuro para entregar soluções mais completas para toda a cadeira produtiva e agregar ainda mais valor aos nossos clientes”, afirma Edgar Trevisan, CEO da EDATA.<br\/> <br\/>O trabalho conjunto entre as empresas é um reflexo da dinâmica do setor, que exige soluções robustas, equipes altamente especializadas e alinhadas às novas exigências do mercado. <br\/> <br\/>\"Estamos diante de um momento em que a inovação exige colaboração. Ao unirmos forças, conseguimos acelerar entregas, reduzir complexidades e oferecer soluções mais completas e boas práticas globais para toda a cadeia, do campo à mesa”, afirma Sidiney Tartari, CEO da SAG.<br\/> <br\/>Mais informações sobre a união entre EDATA e SAG, incluindo um FAQ completo, estão disponíveis no microsite: <a class=\"z5\" href=\"https:\/\/conteudo.sag.com.br\/juntas\" referrerpolicy=\"no-referrer\" tabindex=\"0\">conteudo.sag.com.br\/juntas<\/a><br\/>","date_published":"1970-01-01T00:00:00.000000+00:00","image":"https:\/\/t6.al\/kA6L.avif"}]}